O que está matando sua empresa não é a falta de esforço, mas a falta de ferramentas certas para reintegrar pessoas
O que está matando sua empresa não é a falta de esforço, mas a falta de ferramentas certas para reintegrar pessoas Uma re-integração bem-sucedida é importante tanto para o trabalhador quanto para o empregador. Isso é um fato. Mas a questão que precisa ser respondida é: o que realmente funciona? E o que, apesar de anos de protocolos, continua tão frágil que precisa de uma mudança estrutural para cumprir sua função? A linha do tempo dos processos de reintegração Nas últimas décadas, os programas de reintegração em empresas — especialmente na Holanda e em muitos países da Europa — transformaram-se em verdadeiros labirintos burocráticos. O trabalhador que retorna após afastamento por doença deveria voltar fortalecido. Porém, o que vemos é um profissional que retorna inseguro, sem clareza sobre si mesmo e, em muitos casos, ainda mais vulnerável do que antes. Gestores acreditam que estão cumprindo protocolos, mas a empresa paga o preço silencioso: custos ocultos, cultura tóxica, atras...